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sexta-feira, 25 de julho de 2008

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a nossa existência move montanhasafectos e ternuras com leves asasfrágil a pele, que rebenta em soluçoso toque na noite transparece no sorriso da manhãaquietados sangues, sossegados desejosnunca a nossa entrega será vã






comentado noutro blog
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4 comentários:

rosasiventos disse...

texto em des construção,

na mira duma só

palavra - também

Maria disse...

nunca nenhuma entrega será vã. senão não é entrega...
(acho eu...)

mas há existências lado a lado que nunca se cruzam...

Beijo, Tufa

Pedro Branco disse...

Que curioso: estava mesmo para dizer o mesmo que a Maria. Sendo assim, junto-me a ela. Mais uma vez. Beijo.

Nilson Barcelli disse...

As montanhas que temos pela frente são sempre relativas. A entrega, ajuda sempre a vencê-las.
E, não havendo a nossa entrega, o que andamos aqui a fazer?

Beijinhos.