.
.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008



há outros contos de belas adormecidas
há outros príncipes de húmidos lábios
há vidas que parecem repetidas
há poetas que mais parecem sábios

há momentos que queremos nunca acabem
há vertigens em sublimes precipícios
há torturas que pedimos nunca parem
há medos que de bons se tornam vícios

pois se tudo isto junto em ti
neste amor tão nosso, tão crescente
se seremos felizes eu não sei
guardaremos cada dia só por si
para viver assim eternamente





desenvolvimento de comentário noutro blog


7 comentários:

ContorNUS disse...

hummm deixar fluir...

tinha saudades de aqui regressar

maria josé quintela disse...

"cada dia só por si"
.
.
.
como diria um poeta sábio!
.
.
.
beijo.

redonda disse...

Achei muito, muito bonito este poema.

Pedro Branco disse...

Todo o amor é eterno. Só assim se sustenta...

Maria disse...

Viver um dia de cada vez... intensamente...
... e eternamente... neste amor tão nosso...

Lindas as tuas palavras!

Beijo

Marta disse...

Há momentos que desejamos nunca acabem...
Ajudam a viver, a revelar...
Lindo...
Beijos e abraços
Marta

Guigui disse...

"há momentos que queremos nunca acabem
há vertigens em sublimes precipícios
há torturas aue pedimos nunca parem
há medos que de bons se tornem vícios"

Que linda continuação, transparente, por momentos.