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sábado, 22 de março de 2008

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parece que o meu coração não tem tamanho para albergar o amor que me se sai pelos poros

o latejar das pulsações que recordam instantes... passados

os olhos querem ver para além do horizonte de nós

amanhã... o meu amor será maior que o de hoje,

que foi maior que o de ontem

é só assim que o consigo medir





comentado noutro blog
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15 comentários:

multiolhares disse...

Não te preocupes
Pois se o coração não albergar
A alma recolhe

beijinhos

Maria disse...

Eu não consigo medir o amor. AMO! E não sei se amo mais hoje do que ontem.
Mas sei medir a saudade. Que aumenta a cada dia que passa. Porque há uma falta, e essa é enorme...

Um beijo, Tufa

maria josé quintela disse...

o amor terá sempre espaço



por maior que seja!



um abraço.

TCHI de Tchivinguiro disse...

Um abraço de felicitações pascais.

Guigui disse...

há amor que quer explodir do peito
outro, por veses, quer viver silenciado no coração saboreando os momentos de beleza, beleza esta que só os olhos apaixonads veêm

nana disse...

parece que às vezes

as palavras que dizemos aos outros

são às vezes

as mais dentro de nós....




..




obrigada
muito
pelas que me dás.


@-,-'-

Fuser disse...

Tufa


tem Gal pra você lá no Novembro.

aqui desejo uma boa semana.

beijso

fuser

um Ar de disse...

Que nunca se extinga, esse Amor, já que não há fita métrica capaz de o medir, sendo assim...

Adoro poemas de amor... amor bem amado.

São quase sempre ao contrário, não é?

[Beijo]

tonsdeazul disse...

Bonitas palavras!
Ai o amor, que tanto nos faz sentir e dizer!

Marta disse...

O amor não se mede...sente-se....
Se enche a tua vida....se te faz feliz......é a verdade da tua vida...
Lindo...
Beijos e abraços
Marta

pn disse...

sabes,
para olhos míopes, essa cor, não passa mensagem...

Aspásia disse...

NÃO MEÇAS O TAMANHO DO AMOR!
CONTROLA ANTES A SUA BOA QUALIDADE!

BEIJOKA DE 1ªQUALIDADE :)

alice disse...

pois a mim o amor parece-me imensurável

legivel disse...

... já me aconteceu isso. Imaginar que o coração rebentava por não conseguir conter tanto amor. Foram uns tempos de aflição, sempre de coração ao pé da boca. Mas, com o passar do tempo, logiquei que se distribuisse algum do amor que enchia meu coração, por alguém mais necessitado, decerto que ficaria mais aliviado fisicamente e de alma em festa por me tornar solidário. Se bem o pensei, melhor o fiz e comecei por dar 25% do amor que o meu coração tinha àquela que pouco tempo depois desposaria. Logo após o casório, ela pediu-me mais 25% do amor, argumentando que assim ficávamos com a coisa dividida em parte iguais. Protestei que não: que algum desse amor que tinha em stock era para distribuir por familiares mais chegados. Nada feito. Pior ainda: ao fim de dois anos de casados exigiu outros 25% de amor porque eu desbaratava o pouco que me restava por gente que não merecia. Não vale a pena continuar porque já perceberam: em dez de vida em comum, o meu coração ficou com o saldo do amor a zero. Quem me quer ver, é passar ali nos Restauradores ao pé dos Correios. Sou aquele de mão estendida à caridade, com uma caixa de esmolas em forma de coração com um cartão que reza assim: "Auxiliem o pobre de coração vazio. Não aceito moedas. Só notas. Para não pesarem no coração e originarem uma doença cardiovascular. Obrigado".

Do livro "O Amor não tem Limites; do Coração Não Há Certezas", de Gustavo Legível, Editora Alta Tensão.

un dress disse...

a melhor das medidas...







beijO