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terça-feira, 11 de setembro de 2007

a sua vontade não era aquela. que luta!
que podia fazer? tinha plena consciência que não podia, ou não devia, fazer nada.
não gosto mais de ti! que sorte a das crianças. dizem o que lhes vem à boca que é o que num dado momento lhes sai do coração. para quê rodeios? já gosto de ti outra vez. gostas de mim? - não sei, estou zangada! choram. não se privam de mostrar todas as lágrimas e mais algumas. para, no momento seguinte, adormecerem em paz ou se enroscarem no nosso colo sem pedir permissão. para quê? está dada por natureza. sabem-no. sabem-no tão bem!
a sua vontade era a de ser criança, agir como tal. aparecer. podia fazê-lo e não se atrevia. o atrevimento nunca foi uma das suas qualidades. recato, sim. até onde aguentaria o fervilhar do sangue nas veias? noites em branco. de nada adiantariam lágrimas de criança. não havia um colo. sabe-o. sabe-o, mas não muito bem!

3 comentários:

maria josé quintela disse...

perdemos a inocência à medida que caminhamos na vida. e só a recuperaremos perdendo a memória.

pn disse...

o saber, não muito bem, é hipótese a confirmar...

Aspásia disse...

AMIGA

QUANTAS PESSOAS NO MUNDO NÃO PASSARAM, ESTÃO A PASSAR OU PASSARÃO PELO QUE ESCREVES NO POST!
MAS ACREDITA, UM DIA VERÁS QUE, SE HOUVER ESSE COLO QUE ALMEJAMOS PARA DEPOSITAR AS NOSSA LÁGRIMAS SERÁ MUITO BOM... MAS SE NÃO HOUVER, A VIDA HÁ-DE CONTINUAR MESMO SEM ELE (COLO)!

ESTENDO UM LENCINHO PARA LIMPAR AQUELAS LÁGRIMAS...
COM UM BEIJINHO CARINHOSO!