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quarta-feira, 24 de outubro de 2007


quando nada sai
quando a garganta entope
quando o sangue aquece de medo
e os olhos se querem encher de lágrimas mas resistem

quando tudo se embarga
quando a pele humedece fria
quando as mãos trémulas não se atrevem
e o corpo doi por todo ele mas mantem-se em pé

quando tu não estás
quando pedes que espere
quando tardas em chegar
e o coração se amedronta e se cansa mas bate forte


4 comentários:

as velas ardem ate ao fim disse...

Quando se ama assim.


bjinhos

Tchivinguiro: onde nasci. disse...

Apetece "gritar" o AMOR que está em nós.

maria josé quintela disse...

quando é preciso aquietar o coração e ele nos foge do peito...

della-porther disse...

Tufa

Gosto muito dos teus poemas.
Obrigada por tua visita ao meu
Varandá.

beijos

della